segunda-feira, 29 de junho de 2009

Patchwork - Log Cabin e seu significado

Eu costumo postar as imagens e esqueço de colocar o nome do estilo, a técnica na qual o patchwork foi feito. A colcha de patch que ainda não terminei foi toda confeccionada em log cabin, que adoro pela facilidade em montar e versatilidade de efeitos que podemos criar com os blocos.
A Bebel Arteira , do flickr, comentou sobre meu trabalho e colocou o nome do bloco. Senti-me na obrigação de explicar o porquê do nome, que acho bastante interessante. Recorri ao site http://www.pat.patches.nom.br e transcrevo aqui. Visitem o site, é bárbaro, tem o bloco do mês, mostra as variedades de montagem e ainda nos dá esta explicação maravilhosa:

"Muito mais que um bloco, o Log Cabin ou “cabana de toras”, é também um estilo.
É um dos mais tradicionais do patchwork, e sua composição estruturada produz uma harmonia nas cores, devidamente utilizada.
Existe uma “lenda” em torno do nome “Log Cabin” ou Cabana de Toras. Diz a lenda, que este bloco representa as cabanas dos colonos americanos. As cabanas eram feitas de toras de madeira. No bloco, o quadrado central representa a lareira acesa, fogo ou lamparina que aquecia e iluminava o interior das cabanas, por isso, a tradição de usar como centro do bloco a cor vermelha, laranja ou amarela. Ao redor do quadrado central, são colocadas tiras. De um lado uma composição de tiras claras e, de outro lado, uma composição de tiras escuras. As tiras representam as toras. No lado claro, as toras iluminadas pela luz que entra na cabana, no lado escuro a sombra projetada pela cabana.
Historicamente, não há uma data específica para o surgimento deste bloco, mas sabe-se que ele começou a ser mais freqüentemente utilizado no período da Guerra Civil Americana, nos anos de 1800. Ele engloba a lista dos chamados blocos ou quilts abolicionistas, juntamente com outros blocos como o "Birds in the Air", "Jacob's Ladder" e "Evening Star" etc. O Log Cabin começou a se popularizar, após a morte de Abrahão Lincoln, que lutou contra a escravidão e foi o maior precursor da tão falada liberdade americana. Conta a lenda, que neste período de guerra, uma casa que tinha uma colcha de Log Cabin na janela, cujo centro do bloco era negro, era uma casa segura para os escravos fugitivos, ou seja, representava a casa de um abolicionista. Nos mostra a história, que os quilts feitos, pelas mulheres do norte dos Estados Unidos, neste período, continham inscrições sobre os males da escravidão.
Misturam-se lendas e fatos reais, mas o certo é que ambos foram contados de geração a geração, e que nos dão maior motivação para admirar e querer aprender sobre essa arte que é o patchwork, que acima de tudo, não engloba apenas a beleza de um trabalho manual, é também participante ativo na história de um povo
.
" Mais detalhes aqui. Confiram

Legal, né?

Colcha de patchwork - ainda por terminar

Montei esses blocos há bastante tempo, mas ainda não tive coragem para colocar as bordas, o forro e quiltar. Preciso fazer isso com urgência!!!Tenho certeza de que ela vai ficar linda!


Blocos montados em Log cabin.

Patchwork para iniciantes

No site http://www.fazfacil.com.br/artesanato/patchwork.html , você encontra explicações fáceis sobre patchwork, além de alguns projetos para baixar no seu computador. Vale a pena dar uma olhada lá.

domingo, 28 de junho de 2009

Tear de prego - cachecol

Minha irmã fez este chachecol no tear de pregos. Achei fantástico, é rápido de fazer além de ficar um trabalho muito bonito.Ah...e a franja já é feita junto com os pontos.

Minha irmã estava me explicando como trabalhar com o tear de pregos. Achei genial!!! Quero aprender logo.

Frango com bolas de batata

Adoro essa receita. Fácil, deliciosa e tem um visual interessante.
Frango com bolas de batata
Cozinhe 1 kg de frango (uso peito) com bastante tempero. Desfie e reserve.
Molho:
1 kg de tomates picados
2 cebolas médias picadas
2 colheres de sopa de salsa
2 colheres de sopa de manteiga
sal, caldo de frango
REfogue as cebolas na manteiga, junte os outros ingredientes e cozinhe o molho até ficar bem desmanchado. Misture o frango desfiado e cozinhe mais um pouco. Pode acrescentar um pouco de molho de tomate pronto, se quiser. REserve.
Para as bolas de batata:
1 kg de batatas cozidas e espremidas.(Pode cozinhar com um poquinho de sal, uma colher de chá de manteiga, uma pitada de louro e fondor, se quiser)
2 colheres de manteiga
2 colheres de queijo ralado
2 gemas
2 colheres de sopa de farinha de trigo
Amasse tudo, faça bolinhas e recheie com quadrados de mussarella (mais ou menos 250 g)
Montagem:
Opção 1 - Coloque o molho no pirex e por cima as bolas de batata. (como na foto)
Opção 2 - Coloque as bolas de batata nos cantos do pirex e o molho no meio.
Por cima de tudo, coloque queijo ralado e leve ao forno por 15 a 20 minutos para derreter a mussarella.

Divâ - o filme

Fui ontem assisir ao filme. Imperdível! Necessário para as mulheres, até mesmo para os casais.
Ri muito, emocionei-me bastante, vi-me em algumas cenas, ouvi-me em algumas falas, curti as músicas....enfim, foi 10!!!
Não perca!
Obs: Tirei o cartaz do site do filme: http://www.divaofilme.com.br

sábado, 27 de junho de 2009

Gatos, ótimos companheiros!

REcebi um texto hoje e fiquei com muita saudade dos meus gatos, que já se foram. Em homenagem a eles, divido com vocês a carinha deles e as sábias palavras do Arthur da Távola.

Espoleta e Gumercindo, marcando presença na minha cama. Eu estava com febre e eles não desgrudaram, cada um numa ponta da cama.

Espoleta, o Xipu

Gumercindo, o Guma


O gato é uma lição
Arthur da Távola

"Bichos polêmicos sem o querer, porque sábios, mas inquietantes, talvez por isso...nada é mais incômodo que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece.
O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência. O gato não satisfaz as necessidades doentias do amor. Só as saudáveis.
Lembrei, então, de dizer, dos gatos, o que a observação de alguns anos me deu.
Quem sabe, talvez, ocorra o milagre de iluminar um coração a eles fechado?
Quem sabe, entendendo-os melhor, estabelece-se um grau de compreensão, uma possibilidade de luz e vida onde há ódio e temor? Quem sabe São Francisco de Assis não está por trás do Mago Merlin, soprando-me o artigo?
Já viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um pilantra que vive às custas dele? Não! Até o bondoso elefante veste saiote e dança a valsa no circo. O leal cachorro no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula.
Gato não. Ele só aceita uma relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele dependente, é chamado de arrogante, egoísta, safado, espertalhão ou falso.
"Falso", porque não aceita a nossa falsidade com ele e só admite afeto com troca e respeito pela individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor que lhe é próprio, que é dele e ele o dá se quiser.
O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio e espelho. O gato é zen. O gato é Tao. Ele conhece o segredo da não-ação que não é inação. Nada pede a quem não o quer.
Exigente com quem ama, mas só depois de muito certificar-se. Não pede amor, mas se lhe dá, então ele exige.
Sim, o gato não pede amor. Nem depende dele. Mas, quando o sente é capaz de amar muito. Discretamente, porém sem derramar-se. O gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano mas se comporta como um lorde inglês.
Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência.
Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento.
O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode (ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós). Se há pessoas agressivas em torno ou carregadas de maus fluidos, ele se afasta.
Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele não está ali. Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.
O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge portátil à disposição de quem o saiba perceber.
Monge, sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.
O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação, quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato!
Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo ( quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo.
O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo.
Lição de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio.Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra. Lição de religiosidade sem ícones.
Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gosto e senso de oportunidade. Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências.
O gato é uma chance de interiorização e sabedoria posta pelo mistério à disposição do homem."

quarta-feira, 24 de junho de 2009

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Brownie da Beth, de Formoso

Fazia muito frio e chovia fininho quando fomos visitar uma amiga da minha comadre em Formoso, Distrito de São José do Barreiro/SP. Fomos super bem recebidos e ainda saboreamos um cafezinho com esse bolinho da Beth. Bom demaisssssssss!!!

Brownie da Beth (Olha o sorriso dela! A receita tem de ser boa, né?)

4 ovos
1 e 1/2 xícara de açúcar
200 g de manteiga
3 xícaras de farinha de trigo
2 xícaras de nescau
Coloque os ovos e o açucar na vasilha e mexa bem. Reserve
Derreta a manteiga e misture o nescau, mexendo bem. Junte ao creme de ovos e acrescente, aos poucos, a farinha de trigo.
Se quiser, junte nozes ou castanhas picadas.
Leve a assar numa forma não muito grande, em banho-maria. Ele está bom quando espeta com o garfo e a casquinha está crocante.

Almofadas em ponto cruz





Almofada plissê

Esta almofada é linda, o efeito dela é fantástico!

Almofadas em fuxicos

Ponto fuxico no cetim - direito
Fuxicos aplicados no cetim

Ponto fuxico no voil - avesso

Ponto fuxico no voil - direito

Amarradinhos no cetim

Fuxicos em composé - almofada infantil
Estas almofadas já foram feitas há algum tempo, mas vale colocar aqui porque gosto muito dos seus modelos.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Pintando... o sete!!! 4/40

Comecei a fazer aulas de pintura com a Martha Vieira, em V.REdonda e este é o saldo da primeira aula, que adorei. Seguindo o meu projeto de 40 peças diferentes em 40 dias úteis, acrescento mais estas:
Flores -Técnica de carimbo e pintura à mão livre
Manuscrito. Técnica de carimbo e estêncil
Recortes: Técnica de carimbo . Adorei o efeito em branco e preto.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Flor de sianinha - Meu primeiro passo a passo (pap)

Flor de sianinha aplicada no jeans reciclado.Vi essa flor numa foto e quis experimentar logo. Adorei o resultado justamente porque ela é aplicada no tecido e pode-se bordar em volta.
1 - Corte 28 cm de sianinha ( eu usei essa medida para uma sianinha mais larga). Vá dobrando a sianinha, encostando as curvas. Alinhave passando por baixo e por cima de modo a unir as pontas.
2 - Puxe a linha para franzir, como no fuxico. Una as duas pontas e arremate.
3 - A flor está pronta para ser aplicada.
4 - Coloque-a sobre o tecido onde será aplicada e comece a fazer o miolo. Pode usar miçangas, botões pequenos, contas e o que mais a imaginação deixar. Nessa etapa, prenda as pontinhas do centro da flor com pontos minúsculos, ao mesmo tempo que vai prendendo o que será o miolo. 5 - Depois de pregar o miolo, costure todas as beiradas no tecido com um pontinho bem pequeno. Vá ajeitando as pontas para não ficar mais pétalas de um lado que do outro.
6 - A flor está pronta.Se quiser, pode bordar raminhos com ponto corrente e ponto atrás.